As perturbações causadas pelos drones nos aeroportos tornaram-se uma preocupação constante na última década. Os aeroportos têm sofrido encerramentos de grande visibilidade, como o “incidente de Gatwick”, e custos crescentes associados a essas perturbações.
Apesar do investimento significativo em tecnologias e procedimentos anti-UAS, os aeroportos continuam a enfrentar desafios na prevenção e resposta à atividade dos drones. Tal não resulta de um único ponto de falha, mas de uma combinação de condicionalismos estruturais, operacionais e ambientais.
Os seis factores seguintes ajudam a explicar por que razão o problema continua a ser difícil de resolver.